segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Resultados

Liga UZO
Ginásio 89-93 Belenenses
Barreirense 80-83 CAB Madeira
Vagos 78-103 Ovarense
Lusitânia 66-75 FC Porto

Liga Feminina
Olivais 52-47 Esgueira
Boa Viagem 77-58 União da Madeira
Vagos 98-47 Ovarense
D. Póvoa 61-68 ESSA
CPN 90-72 Santarém
Algés 57-85 CAB Madeira

Proliga
Académica 80-72 Física
Sampaense 55-82 Benfica
Illiabum 72-55 Seixal
Galitos 66-77 Atlético
Vila Pouca 46-96 Vitória de Guimarães
Sangalhos 83-78 Maia
Angra 76-78 Esgueira

CNB 1
Guifões 67-73 Olivais

Infante de Montemor/Ginásio 87-51 UTAD
Viana 52-79 Gaia
Vale Cambra 73-87 EB Porto
Sanjoanense 67-80 Barcelos
União da Madeira 88-94 D. Póvoa

CNB 2
Sport 80-69 Naval
Lousanense 52-72 ACER Tondela
Atómicos 90-40 Gafanha
Pombal 60-82 Gumirães

Nacional da 2.ª Divisão Feminina
Lousanense 24-39 Zona Alta
Colégio de Calvão 59-48 Sporting Figueirense
Beira Mar 49-32 Olivais/B
Académica 53-52 ACER Tondela
Torres Novas 66-45 Tortosendo

Distrital de Sub-14 Femininos
Sporting Figueirense/B 45-48 Cantanhede
PT 62-43 Olivais
Sporting Figueirense/A 89-24 Núcleo de Pombal

Distrital de Sub-14 Masculinos
Académica 64-57 Olivais/A
Lousanense 10-95 Ginásio

Distrital de Sub-16 Femininos
PT 75-94 Olivais
Lousanense 16-133 Infante de Montemor

Distrital de Sub-16 Masculinos
Sampaense 28-93 Olivais/A
Lousanense 39-97 PT
Olivais/B 45-80 Ginásio

Distrital de Sub-19 Femininos
BC Lis 64-76 PT
Académica 66-36 Núcleo de Pombal
Olivais 57-52 Sporting Figueirense

Sub-18 Masculinos
Olivais 52-60 PT

Ginásio 92-39 Académica
Cantanhede 108-69 Lousanense

Melhor árbitro de outros tempos: António Batista

Resultado do inquérito: Noutros tempos quem foi o melhor árbitro do distrito em actividade?

Total de participantes: 93

António Batista: 29 (31%)
Gaspar da Silva: 27 (29%)
Wilson Bom: 10 (10%)
Raúl Galvão: 10 (10%)
Carlos Tomás: 7 (7%)
Outro: 10 (10%)

Melhor árbitro: Sérgio Adegas

Resultado do inquérito: Actualmente quem é o melhor árbitro do distrito em actividade?

Total de participantes: 107

Sérgio Adegas: 46 (42%)
Daniel Costa: 22 (20%)
Nuno Albuquerque: 14 (13%)
Diogo Morais: 7 (6%)
Nuno Borges: 3 (2%)
Outro: 15 (14%)

domingo, 11 de novembro de 2007

Questões

Em relação aos comentários que aqui foram deixados, apraz-me escrever o seguinte.
O esforço é relativo quando é despendido com algo de que tanto gostamos: o BASQUETEBOL. O esforço dilui-se, portanto, porque este "trabalho" é feito com muito gosto, embora a ele corresponda algum tempo "perdido". A questão é se valerá a pena perder (agora sem aspas) tempo com "este" basquetebol distrital, onde poucos têm a noção que é possível fazer mais e melhor, a começar pelos altos responsáveis pela Associação de Basquetebol de Coimbra, altamente satisfeitos com o "suficiente" que tem imperado (e estou a ser "bonzinho" porque há bons exemplos que roçam a mediocridade). Basta ler/ouvir recentes declarações para se aquilatar que a ABC não tem a noção de que é possível fazer muito mais e melhor (ou não quer ter). O basquete precisa de todos, como alguém escreveu, teoria que cai pela base quando a própria ABC funciona com "meia dúzia", quase sempre os mesmos, recusando-se a ouvir e aceitar as opiniões e formas de trabalhar dos outros...
Pedem-me para não encerrar o blogue, especialmente por causa de alguns comentários que incomodam. Ora eu acho é que há poucos comentários que incomodam. Ou seja, sendo certo que é comum ouvir-se/ler-se que o basquetebol distrital não está bem (tirando, repita-se, as declarações do presidente e da directora técnica da ABC), porque é que não há mais opiniões divergentes em relação ao marasmo que caracteriza a modalidade no distrito? Porque é que os clubes, tantas vezes penalizados e cerceados pelo mau funcionamento da ABC, não se fazem ouvir nos locais próprios? Apesar de em surdina ou em conversas de café muitas criticas serem apontadas, quando chega a "hora" parece que toda a gente concorda com o actual "status quo". E assim muitas questões ficam sem resposta, em muitos casos sem serem sequer formuladas. Aqui deixo algumas para os visitantes do blogue:
Afinal é ou não possível fazer muito mais pelo basquetebol distrital?
É ou não necessário que a ABC tenha outra "atitude", mais dialogante, cooperante, atenta, em suma "presente"'?
Afinal concordam ou não que os dirigentes da ABC deveriam estar mais presentes no dia-a-dia da modalidade, ao invés de apenas aparecerem para entregar taças e medalhas, ou para festas, almoços e jantares?
É ou não importante que nos jogos sem árbitros nomeados a ABC se faça representar?
É ou não importante que nos jogos nacionais onde actuam equipas do distrito a ABC se faça representar, nomeadamente nas "Final 4"?
É ou não fundamental para o basquetebol distrital que apareçam mais e melhores árbitros e oficiais de mesa (sendo essa também uma tarefa da ABC)?
Afinal concorda-se ou não com as escolhas feitas pela directora técnica regional para as selecções distritais, onde estão treinadores sem conhecimentos e/ou experiência?
Afinal concorda-se ou não que algumas convocatórias para as selecções distritais sejam feitas como dá na gana aos seleccionadores (mais uma vez para ser "bonzinho"), ao invés de o serem pelo real valor dos jogadores, aos quais se falta ao respeito com as injustiças que são cometidas?
É ou não possível que se trabalhe mais e melhor nos clubes?
É ou não possível que a generalidade dos treinadores trabalhem mais e melhor e façam trabalhar mais e melhor os seus jogadores?
É ou não desejável, e possível, que haja mais praticantes e equipas, nomeadamente em concelhos onde o basquete não está implantado?
Tantas outras questões poderiam ser colocadas, sendo que a resposta de todos a cada uma delas conduz DE CERTEZA à resposta à primeira que foi formulada: é possível fazer muito mais e melhor pelo basquetebol distrital! Com o esforço de todos...

sábado, 10 de novembro de 2007

Ficamos por aqui

"Se eles não ouviram é porque vocês não disseram!" (Harvey Thomas)

O blogue Basquetebol Conimbricense surgiu com o intuito de divulgar a modalidade no distrito e de promover alguma discussão em torno dela (e dos problemas que julgávamos condicioná-la).
Ao cabo de dois meses, no entanto, apesar de o número de visitantes aumentar de dia para dia, constatamos que não é possível cumprir o primeiro objectivo, porque, salvo raras excepções, tanto os clubes como a Associação de Basquetebol de Coimbra não divulgam a própria actividade, e também que, afinal, a julgar por recentes declarações de altos responsáveis da ABC, concretamente o presidente Emídio Fidalgo e a directora técnica Isabel Lemos, tudo está bem no basquetebol no distrito.
Não sendo possível divulgar e não se justificando a "discussão" para que as coisas melhorem, ficamos pois por aqui. Por agora.
Um agradecimento a todos aqueles que visitaram o blogue e nele participaram.

Agenda

Liga UZO
Ginásio-Belenenses (domingo, às 14H45, no Pavilhão Multiusos de Trancoso - arbitragem de Luís Lopes, Nuno Monteiro e Nelson Guimarães)

Liga Feminina
Olivais-Esgueira (sábado, às 17H30, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – arbitragem de Pedro Cunha e Hugo Beja)

Proliga
Académica-Física (sábado, às 15H00, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Luís Lopes e Ivo Rosário); Sampaense-Benfica (domingo, às 16H00, no Pavilhão Serafim Marques, em S. Paio de Gramaços – arbitragem de Fernando Rezende e José Manuel Lopes)

CNB 1
Guifões-Olivais (sábado, às 18H00, no Pavilhão Eng. António Maia, em Guifões – arbitragem de Sérgio Silva e Hugo Antunes); Infante de Montemor/Ginásio-UTAD (domingo, às 17H00, no Pavilhão Municipal de Montemor-o-Velho – arbitragem de Pedro Rodrigues e Luís Sintra)

CNB 2
Sport-Naval (sábado, às 17H30, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Daniel Costa e Pedro Miguel Dias); Lousanense-ACER Tondela (sábado, às 17H30, no Pavilhão Municipal da Lousã – arbitragem de Diogo Morais e Nuno Borges); Académico de Viseu-Cantanhede (domingo, às 17H00, no Pavilhão Municipal do Fontelo – arbitragem de Sérgio Adegas e Daniel Costa)

Nacional da 2.ª Divisão Feminina
Lousanense-Zona Alta (sábado, às 20H15, no Pavilhão Municipal da Lousã – arbitragem de Diogo Morais e Nuno Borges); Colégio de Calvão-Sporting Figueirense (sábado, às 21H00, no Pavilhão do Colégio Nossa Senhora da Apresentação, em Calvão – arbitragem de Paulo Anastácio e Fábio Dias); Beira Mar-Olivais/B (sábado, às 21H30, no Pavilhão do Beira Mar – arbitragem de Pedro Silva e Bruno Velha); Académica-ACER Tondela (domingo, às 11H00, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Nuno Albuquerque e Nuno Marques)

Distrital de Sub-14 Femininos
Sporting Figueirense/B-Cantanhede
(domingo, às 9H00, no Pavilhão da Escola Joaquim Carvalho, na Figueira da Foz – arbitragem de Pedro Miguel Dias e José Lopes); PT-Olivais (domingo, às 9H30, no Pavilhão da PT – arbitragem de Nuno Borges e Pedro Filipe Dias); Sporting Figueirense/A-Núcleo de Pombal (domingo, às 11H00, no Pavilhão da Escola Joaquim Carvalho, na Figueira da Foz – arbitragem de Pedro Miguel Dias e José Lopes)

Distrital de Sub-14 Masculinos
Académica-Olivais/A
(domingo, às 9H00, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Nuno Albuquerque e Nuno Marques); Lousanense-Ginásio (domingo, às 15H30, no Pavilhão Municipal da Lousã – arbitragem de Pedro Simões)

Distrital de Sub-16 Femininos
PT-Olivais
(domingo, às 11H30, no Pavilhão da PT – arbitragem de Nuno Borges e Pedro Filipe Dias); Lousanense-Infante de Montemor (domingo, às 11H30, no Pavilhão Municipal da Lousã – arbitragem de Pedro Simões e Tiago Neves)


Distrital de Sub-16 Masculinos
Sampaense-Olivais/A (sábado, às 16H00, no Pavilhão Serafim Marques, em S. Paiode Gramaços – arbitragem de Nuno Albuquerque e Pedro Filipe Dias); Lousanense-PT (domingo, às 9H30, no Pavilhão Municipal da Lousã - arbitragem de Pedro Simões e Tiago Neves); Olivais/B-Ginásio (domingo, às 11H30, no Pavilhão Eng. Augusto Correia – arbitragem de Elisa Silva e Gonçalo Punza); Sampaense-Académica (domingo, às 18H15, no Pavilhão Serafim Marques, em S. Paio de Gramaços – Diogo Morais e Tiago Neves)

Sub-19 Femininos
BC Lis-PT (sábado, às 18H30, no Pavilhão da Carreira – arbitragem de Arne Bossen e Ana Jordão); Académica-Núcleo de Pombal (sábado, às 20H45, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Tiago Neves e Gonçalo Punza); Olivais-Sporting Figueirense (domingo, às 15Hoo, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – arbitragem de Nuno Borges e Gonçalo Punza)

Sub-18 Masculinos
Olivais-PT
(sábado, às 15H00, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – arbitragem de Daniel Costa e Pedro Miguel Dias); Ginásio-Académica (sábado, às 16H00, no Pavilhão Galamba Marques, na Figueira da Foz – arbitragem de Pedro Simões e José Lopes); Cantanhede-Lousanense (sábado, às 21H30, no Pavilhão do Marialvas, em Cantanhede – arbitragem de Pedro Filipe Dias e Pedro Simões)

Distrital de Sub-20 Masculinos
Olivais-Académica (quarta-feira, às 21H30, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – arbitragem de Diogo Morais e Nuno Borges)

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Torneio do Outono

Organizado pela Secção de Basquetebol da Associação Académica de Coimbra, vai decorrer amanhã, sábado, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra, o Torneio do Outono dirigido aos escalões de Minibasquete. Participam equipas do Olivais Futebol Clube(Minis 8, Minis 10 e Minis 12) e Illiabum (Minis 10 e Minis 12). A Secção conta com todos os ATLETAS e PAIS.

Calendário de jogos:


Campo 1
10H00: AAC1-Illiabum (Minis 12)
10H40: Vencidos (Minis 12)

Campo 2
10H00: AAC2-Olivais (Minis 12)
10H40: Vencedores (Minis 12)
11h20: AAC-Olivais (Minis 8)

Campo 3
10H00: AAC-Olivais (Minis 10)
10H40: Olivais-Illiabum (Minis 10)
11H20: Illiabum-AAC (Minis 10)

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Urgente, novos métodos de treino… Precisam-se!

Do site da Associação Nacional de Juizes de Basquetebol, retirámos este artigo de opinião da autoria de Sérgio Silva, árbitro dos quadros da Liga Profissional portuguesa:

“A exemplo dos atletas, que semanalmente se preparam para que no dia do jogo se apresentem nas melhores condições, o árbitro deverá, regular e sistematicamente, aperfeiçoar-se nas áreas de treino técnico, táctico, psicológico e físico.Actualmente, os árbitros apenas treinam aspectos estritamente físicos, tais como a resistência, velocidade ou força e para tal usam ténis de corrida, no parque ou no asfalto da rua. Quantos de nós treinam com os ténis que actuam durante os jogos oficiais ou em pavilhões similares aos mesmos? A nível do treino técnico/táctico, limitam-se a estudar as regras, a analisar vídeos e a participar em reciclagens que são quase sempre teóricas. Não treinam aquilo que caracteriza um bom árbitro: a capacidade de rapidamente avaliar (capacidade de observação) e decidir perante a multiplicidade de situações que se lhe deparam em cada jogo (rapidez e certeza nas tomadas de decisão). Pois é…, o árbitro não consegue, ao contrário dos atletas, treinar em situações semelhantes às da competição. O principal ‘treino’ para o próximo jogo foi a arbitragem do jogo anterior…A ideia de que os árbitros são aqueles que se apresentam no local do jogo para arbitrar e, quando o mesmo termina, nada mais fazem até ao próximo jogo, terá que ser totalmente ultrapassada e, para tal, emergem por aí novas ideias quanto à forma como os mesmos necessitam de trabalhar. Grupos de trabalho começam a aparecer, variando na forma e no conteúdo de acordo com as necessidades dos mesmos. O que hoje já se faz nos clinics jovens, é transportar o livro de regras da sala teórica para uma sessão de treino prático, realizada no terreno de jogo, em que os jovens árbitros, na presença de jovens jogadores, treinam arbitrando as situações que ocorrem durante o jogo, tal como as equipas o fazem. Posteriormente analisam as suas prestações em vídeo, com possibilidade de se poderem visualizar, o que para muitos, até então, é único na sua carreira.Pensamos ser este o futuro, acompanhando o progresso que a modalidade nos apresenta e possibilitando a cada vez mais árbitros os indispensáveis mecanismos para a correcta resolução dos problemas com que se confrontam durante os jogos. E o futuro… É já amanhã!”

Reunião de árbitros e oficiais de mesa

Os árbitros e oficiais de mesa filiados no Conselho de Arbitragem Distrital da Associação de Basquetebol de Coimbra, presidido por Joaquim Inácio (na foto), reúnem hoje à noite na Escola Alice Gouveia, em Coimbra. Sendo uma acção interna, a importância da publicação desta notícia reside no seguinte: dar a conhecer que estes agentes, tantas vezes incompreendidos, que desempenham uma missão muito difícil mas determinante para a pretendida evolução do basquetebol distrital, também têm a preocupação de evoluir e continuar a aprender, com estreita colaboração entre todos. Em suma, que tal como as equipas, os árbitros e oficiais de mesa também "treinam" durante a semana (ver, a este propósito, uma artigo de Sérgio Silva já publicado em Setembro e que hoje recuperamos).

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Trancoso recebe 4.ª jornada da LCB

O périplo do campeonato da Liga de Clubes de Basquetebol conhece este fim-de-semana a sua primeira paragem em Trancoso, no distrito da Guarda, localidade escolhida para receber a 4.ª jornada da prova, de acordo com o seguinte calendário:
Sábado, 10 de Novembro – Barreirense-CAB Madeira (16H00) e Vagos-Ovarense (18H30)
Domingo, 11 de Novembro – Ginásio-Belenenses (14H45) e Lusitânia-FC Porto (17H00)

Passo a Passo

A Associação de Basquetebol de Coimbra divulgou as convocatórias para a 2.ª acção do Programa Passo a Passo (dirigido ao escalão de Sub-14), que vai decorrer no próximo sábado, entre as 10 e as 12Hoo, no Pavilhão do Colégio S. Teotónio.
João Pedro Lourenço (na foto) e Mauro Leitão, responsáveis pelo grupo feminino, convocaram as atletas Andreia Rebelo, Rita Lucena, Sofia Freitas e Verónica Carvalho (Olivais); Maria Lima, Ana Margarida Santos, Carolina Leite, Ana Paulo e Ana Amaro (Académica); Bruna Cunha, Luísa Frutuoso, Maria Dias e Maria Pinheiro (PT); Andreia Silva, Ana Cardoso, Joana Marques e Catarina Macedo (Sporting Figueirense); Maria Sousa (Lousanense); Maria Santos e Liliana Santos (Cantanhede).
Para o grupo masculino, a cargo de Paulo Galvão (na foto) e Leonor Silva, foram convocados os jogadores Francisco Marques, João Coelho, Francisco Vieira, Bernardo Silva e Miguel Hipólito (Olivais); Manuel Costa, David Martins, Francisco Sousa e Bruno Santos (Académica); Adriano Andrade, Pedro Marques, Fernando Rolo e Rodrigo Santos (Ginásio); João Ribeiro (Lousanense); Rui Valente, André Póvoa, Ricardo Campos e Pedro Martins (PT).

Sub-20 Masculinos: Olivais

Fruto das vitórias conseguidas sobre Académica (54-73) e Sampaense (101-11), o Olivais (na foto) é líder isolado do Campeonato Distrital de Sub-20 Masculinos (disputado em fase única, a três voltas, por apenas três equipas).
O próximo jogo desta competição está marcado para o dia 14 de Novembro, às 21H30, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, colocando frente a frente Olivais e Académica.

Sub-18 Masculinos: Ginásio

A vitória conseguida no passado sábado no Pavilhão da PT (51-73), isolou o Ginásio Figueirense (na foto) no comando do Campeonato Distrital de Sub-18 Masculinos. Antes, os figueirenses haviam levado a melhor sobre Olivais (71-74), Lousanense (104-22) e Cantanhede (100-35).
Na próxima jornada, cujos jogos estão todos marcados para sábado, vão estar frente a frente Olivais-PT (15H00), Ginásio-Académica (16H00) e Cantanhede-Lousanense (21H30).

Sub-19 Femininos: Académica

Comandada por Pedro Rebelo, na foto, a Académica de Coimbra lidera o Campeonato Distrital de Sub-19 Femininos, perfilando-se como a principal candidata à organização da “Final 4”, uma vez que já venceu em casa dos mais directos competidores. Até ao momento, com quatro jogos disputados, as “estudantes” superiorizaram-se a Sporting Figueirense (45-63), Olivais (62-37), BC Lis (29-69) e PT (49-53).
Na próxima jornada defrontam-se BC Lis-PT (sábado, às 18H30), Académica-Núcleo de Pombal (sábado, às 20H45) e Olivais-Sporting Figueirense (domingo, às 15H00).

Sub-16 Masculinos: Olivais

Seis jogos, seis vitórias! É este, até ao momento, o saldo do Olivais/A (na foto) no Campeonato Distrital de Sub-16 Masculinos, que lhe confere a liderança da prova. A equipa de Luís Gonçalves e João Paulo Mendes levou a melhor sobre Olivais/B (86-39), Académica (40-52), Sampaense (90-30), Olivais/B (46-70), Ginásio (78-72) e Lousanense (95-38). Igualmente sem derrotas segue a PT, mas com menos dois jogos em relação aos olivanenses, com quem deverá discutir o primeiro lugar nesta fase (que dá direito a jogar em casa a “Final 4”). A equipa de Rui Dengucho venceu Ginásio (44-65), Académica (66-23), Sampaense (33-75) e Olivais/B (91-27).
Na próxima jornada, domingo, vão desenrolar-se os jogos Lousanense-PT (9H30), Olivais/B-Ginásio (11H30) e Sampaense-Académica (18H15).

Sub-16 Femininos: Olivais

Ainda sem qualquer derrota, o Olivais comanda a classificação do Campeonato Distrital de Sub-16 Femininos, perfilando-se como o principal candidato a receber a "Final 4" da prova. Até ao momento, a equipa (na foto) de Cristina Viegas e Rafaela Santos venceu Lousanense (150-5), Sporting Figueirense (53-77) e Infante de Montemor (72-24).
Para a próxima jornada estão agendados dois jogos, ambos no domingo: Lousanense-Infante de Montemor (11H30) e PT-Olivais (11H30).

Sub-14 Masculinos: PT

A PT é primeira classificada nas duas séries do Campeonato Distrital de Sub-14 Masculinos, em ambos os casos sem qualquer derrota. Na série A, onde se disputa o apuramento para a fase final da prova, os "telefonistas" (na foto) têm averbadas vitórias sobre Olivais (106-40), Académica (51-63) e Lousanense (180-10). Registe-se que o Ginásio está igualmente invicto, embora com menos um jogo (levou a melhor sobre o Olivais por 58-76 e sobre a Académica por 55-54, neste caso após prolongamento).
Na próxima jornada vão disputar-se os jogos Académica-Olivais/A (domingo, às 9H00) e Lousanense-Ginásio/A (domingo, às 15H30), da série A, e Ginásio/B-Olivais/B (17/11, às 16H00) e PT/B-Cantanhede (18/11, às 9H30), da série B.

Sub-14 Femininos: Académica

A Académica está na frente no Campeonato Distrital de Sub-14 Femininos. A equipa de Sofia Pereira (na foto) soma quatro vitórias em quatro jogos realizados: Núcleo de Pombal (6-138), Sporting Figueirense/A (75-39), PT (32-85) e Sporting Figueirense/B (150-13).
Na próxima jornada, marcada para domingo, vão disputar-se os jogos Sporting Figueirense/B-Cantanhede (9H00), PT-Olivais (9H30) e Sporting Figueirense/A-Núcleo de Pombal (11H00).


O basquetebol na imprensa regional

Entrevista com Fausto Pereira, seleccionador nacional de desporto para a deficiência intelectual

Breve sobre a acção de formação que a ABC vai levar a efeito, subordinada ao tema "Treinar a táctica individual"

Resultados e classificações

terça-feira, 6 de novembro de 2007

Treino de jovens

O Seminário Internacional dedicado ao tema "Treino de Jovens" está marcado para os próximos dias 24 e 25 de Novembro, no Parque das Nações (Auditório do Complexo Escolar). Sob o lema "Da oportunidade para todos à excelência desportiva", serão dois dias dedicados a esta temática, integrados na edição 2007 do Seminário Internacional organizado pelo programa "Jovens No Desporto - Um Pódio Para Todos". José Curado (na foto) é um dos prelectores.
Mais informações no portal da FPB, em http://www.fpb.pt/, onde pode encontrar o Programa e a Ficha de Inscrição.

Progresso é desenvolvimento? (II)

"A ausência ou a prática de exercício físico regular adicionada aos hábitos alimentares são dos factores que podem comprometer ou beneficiar a saúde das pessoas em geral e particularmente de crianças e jovens.
Perceber o modus vivendi da nova geração, de forma a prevenir maleitas eventuais torna-se uma obrigação. Com efeito, pelas leis da termodinâmica compreendemos melhor que a energia excedentária está na raiz do excesso de peso; “se a energia absorvida exceder o dispêndio energético, então ocorrerá armazenamento do excedente”. Sendo este preceito óbvio e, com as atenções dirigidas para o resultado determinista das dietas contemporâneas na acumulação de gordura corporal, é obrigatório presumir-se que a constituição das dietas contemporâneas (dominada pelas fast foods) afectará as variações de composição corporal (massa gorda/massa magra) no decurso ontogénico, apenas em consequência dos desequilíbrios entre energia absorvida versus energia despendida. Por outras palavras, se a ingestão calórica superar o consumo calórico, existirá excesso de peso, abrindo caminho a uma série de doenças crónicas adjacentes.
É incontestável que os casos de excesso de peso e obesidade nos países desenvolvidos aumentaram substancialmente, mesmo nos últimos 20 anos, lapso no qual não se registou alteração no encadeamento genético. Este facto, suporta o argumento da importância, cada vez mais consistente, da interacção dos hábitos dietéticos e do exercício físico regular com o polimorfismo genético, na explicação da acumulação do excedente de gordura corporal numa porção significativa da nossa juventude.
O risco de aparecimento de doenças crónicas, sugere intervenções comportamentais sustentadas numa mudança do estilo de vida (exercício físico e alimentação adequada), sendo este o fulcro para reduzir tal fatalidade.
Apoquentava os meus leitores, em edição anterior, com o sedentarismo infundido pelo avanço tecnológico, bem como com a proliferação de fontes de lazer atractivas (de sofá) que têm dilatado o cardápio de doenças hipocinéticas. Somemos, agora, as dietas alimentares contemporâneas, e obteremos um composto nocivo para a geração que se apresentará como activa (?) na próxima década. O alarme soou há muito!!.
A comunidade científica, das mais distintas especialidades, tem-se preocupado, produzindo, em trinta anos, centenas de estudos de onde se esmiúçam os efeitos benéficos da prática do exercício físico e se emanam conclusões que se fundem numa única asserção:
- o incremento da actividade físico-desportiva promove a aptidão física. Este tornou-se, por força de razão, um propósito essencial de Saúde Pública, e à Educação Física e ao Desporto confere-se função de destaque na realização de tal objectivo, sobretudo com crianças (U.S. Department of Healt and Human Services, 1986; Sallis, 1987; Corbin, 1991).
Em Portugal, zelos congruentes têm provavelmente que ser adjudicados aos pais, agentes comunitários (escolas inclusive), e, indispensavelmente, às próprias crianças e jovens.
Os resultados de algumas das pesquisas sugerem que: i) a maior parte (84%) da actividade física das crianças e dos jovens ocorre fora dos programas de Educação Física, e ii) a aptidão relacionada com a saúde está significativamente associada a comportamentos de actividade física das próprias crianças e dos seus familiares.
A maioria dos estudos revelam também que quanto mais activos são os indivíduos mais aptos e quanto mais aptos mais activos (Haskell et al., 1985; Malina, 1991; Morrow, 1992).
A este propósito Malina (1993) refere que a actividade física é um processo (dinâmico) enquanto que aptidão é um estado (dinâmico ou estático). Por seu lado, a OMS (1989) salienta que a aptidão física e saúde não são sinónimos mas complementam-se. Enquanto saúde significa, de um modo simplista ausência de doença, a aptidão física implica vigor para alcançar determinados objectivos.
À actividade física regular apropriada é atribuído um papel importante no processo de crescimento e maturação. Tem por função facultar alguns benefícios (leia-se adaptações), a saber: aumentar a espessura, mineralização e densidade óssea; melhorar os desempenhos cardiorespiratórios, com grande incidência na capacidade vital; influenciar favoravelmente a integridade estrutural e funcional do tecido muscular.
O exercício físico regular apropriado deve ser incentivado nas crianças, desde cedo. A nossa prática e os dados objectivos que vamos inferindo reforçam esta nossa convicção. Sobre este assunto o American College of Sports Medicine afirma existirem evidências persuasivas que revelam que a actividade física regular exerce um efeito protector e propiciador de hábitos de vida activa determinantes no combate contra o desenvolvimento ulterior e progressão de uma infinidade de doenças crónicas.
Em suma, acreditamos que um adulto saudável e activo é fruto de condutas saudáveis activas durante a infância, corroborando do adágio chinês que preceitua: 'Quanto mais uma árvore demora a crescer, menos se deve esperar para a plantar'."

Opinião de Rafael Baptista
Professor de Educação Física e Mestre em Biocinética

O basquetebol na imprensa regional


Crónica do jogo EB Porto-Infante de Montemor/Ginásio (CNB 1)

Crónica do jogo Vagos-Olivais (Liga Feminina)

Torneio de Minis 12 do Ginásio Figueirense

Encerramento da Semana da MiniAtleta

O basquetebol na imprensa regional

Breves sobre o Torneio de Minis 12 organizado pelo Ginásio Figueirense e a acção de formação que a Associação de Basquetebol de Coimbra vai levar a efeito no próximo sábado, subrodinada ao tema "Treinar a táctica individual"

Formação desportiva e horários escolares

"A formação desportiva e a prática federada assentam em Portugal nos clubes. Numa época de diminuição do associativismo, diminuição da população mais jovem e grandes dificuldades económicas, o número de praticantes do minibásquete revela um crescimento ao qual temos de estar atentos, nomeadamente quando se afirma, que retirar o país, em termos do número de praticantes federados da cauda da Europa, é um objectivo nacional. À satisfação de verificar, que apesar das dificuldades, o movimento do minibásquete tem sabido encontrar caminhos que conduzem à captação do interesse dos mais jovens, junta-se uma forte preocupação, que resulta do facto de arranjar estratégias e soluções, que não levem ao abandono precoce da prática, como sabemos que acontece.
Recentemente estive em Itália numa reunião para técnicos de Sub-14 e Minibásquete das diversas Federações Europeias, promovida pela Comissão de Juventude da Fiba-Europa. Aí pude constatar que diversos países, para minorarem o problema do abandono precoce, resolveram criar competições, com modelos diferentes, mas para todos os anos entre os 13 e os 18. Os Sub-18, Sub-17, Sub-16, Sub-15, Sub-14, Sub-13, masculinos e femininos, da Eslovénia, Lituânia, Letónia e Islândia, países que não tem mais praticantes federados Sub-18 que Portugal, tinham campeonatos nacionais para todos estes escalões. Acima e abaixo destas idades já havia divergências.
Partindo da realidade, já enunciada, que a formação desportiva está nas mãos dos clubes, a aplicabilidade desta solução em Portugal é confrontada, entre outros, com um dos grandes óbices do desenvolvimento da formação desportiva em Portugal: os horários escolares. Na maior parte das regiões do país os treinos, por imperativo dos horários escolares começam entre as 18.30 e as 19.00, facto que para além de conduzir a horários de treino muitas vezes desadequados, também reduz enormemente a capacidade dos espaços de treino. Enquanto não encontrarmos soluções para os problemas de fundo será difícil abandonarmos a última carruagem da Europa. As mesmas soluções resultam, forçosamente, nos mesmos problemas."

Opinião de A. San Payo Araújo
Coordenador do Comité Nacional de Minibasquete

Acção de formação contínua


De acordo com o plano anual de actividades da Associação de Basquetebol de Coimbra, está marcada para o próximo sábado, dia 10 de Novembro, uma acção de formação contínua para treinadores de Nível I/Escalão de Sub-14, integrada no programa "Passo a Passo". A prelecção, subordinada ao tema "Treinar a táctica individual", vai estar a cargo do treinador João Pedro Gonçalves (na foto).
Esta acção vai decorrer no Pavilhão do Colégio de S. Teotónio, entre as 10 e as 12H00 de sábado. As entradas são livres.

“Joguem basquetebol”

JOVENS TALENTOS

NOME: João Calçada Ribeiro
IDADE: 13 Anos
ANO DE ESCOLARIDADE: 8.º ano
CLUBE: Lousanense
ESCALÃO: Sub-14 Masculinos
Basquetebol Conimbricense (BC) - Como e quando entraste para o basquete?
João Calçada Ribeiro (JCR) –
A entrada para o basquetebol foi há cerca de 2 anos. A minha mãe passava o tempo a dizer-me para eu me ocupar com outra coisa. “Só a piscina não dá”, dizia... Foi então que tive o convite de um colega.

BC - Que importância ocupa o basquete no teu dia-a-dia?
JCR -
É muito importante. Ora veja: “João António, vai estudar ou amanhã não há jogo...”. “Sim mãããããe!”

BC - Desde que andas no basquete quais os melhores momentos que passaste?
JCR -
Foi e é o convívio com os colegas de equipa!

BC - Quais os treinadores que mais te marcaram?
JCR -
Não vou responder. Tive sempre o mesmo. Só há 2 semanas tenho o actual, o treinador António Craveiro.

BC - Fala um pouco sobre a tua equipa e sobre a forma como está a correr a presente época.
JCR -
Mal, muito mal!..A equipa é 85% nova mas é muito unida. E como já tinha dito, o treinador este ano só apareceu há cerca de 2 semanas. Só contratempos.

BC – Sentes que o basquetebol na Lousã já está implantado? Gostavas que acorresse mais público aos Vossos jogos e, de uma forma geral, aos das outras equipas do Lousanense?
JCR -
Implantado já está. Faltam incentivos por parte das Empresas para patrocinar e levar o público aos jogos. Até os pais faltam!

BC - Jogar nos Seniores do Lousanense é um objectivo que persegues?
JCR -
Sim. Embora não saiba no futuro a opção profissional, gostava como desportista de estar nos seniores do Lousanense ou de outro clube.

BC - "O basquete é um jogo de mudanças de velocidade". Como comentas esta frase de Lolo Sainz?
JCR -
Sim, o Basquetebol é um jogo de velocidade. Ao ver jogos da NBA observo que mais facilmente marca quem mentalmente e fisicamente é mais rápido no lance.

BC - Consegues conciliar o basquete com os estudos?
JCR –
Até hoje sim. Mas como já disse a mãe ajuda…

BC - Mensagem que gostarias de deixar para os visitantes do blogue?
JCR -
Joguem Basquetebol! Vejam lá que hoje perdi 180-10.... e ainda digo: "I LOVE THIS GAME!"

"Grande orgulho"

O Olivais é o clube do país com mais equipas em actividade. Ovarense, Brandoense, Académico do Porto, Desportivo da Póvoa, Montijo Basket, ACER Tondela, Basquete de Barcelos e Vitória de Guimarães dedicam-se igualmente a todos os escalões, mas o clube olivanense lidera o “top +” fruto de ter equipas “B” de Sub-14 Masculinos, Sub-16 Masculinos e Seniores Femininos. À conversa com o presidente Carlos Ângelo, o Basquetebol Conimbricense procurou saber quais os sentimentos que esta grandeza provoca entre as gentes olivanenses, mas também as dificuldades que traz ao dia-a-dia do clube.

Basquetebol Conimbricense (BC) - Com que sentimentos vê o facto de ser o Olivais o clube do país com mais equipas em actividade?
Carlos Ângelo (CA) -
É um grande orgulho para o clube e para os seus dirigentes. Temos de facto equipas em todos os escalões, nos casos dos Cadetes e dos Iniciados também com equipas “B”, para que os atletas não desanimem e não desistam do basquete. Havia muitos atletas para uma equipa, não muitos para duas, mas corremos o risco de optar pela segunda possibilidade de modo a que todos tenham mais participação nos treinos e nos jogos e, assim, encarem o basquete com mais ânimo e mais motivação, continuando assim a evoluir cada vez mais.

BC – Tanta actividade requer uma “máquina” muito bem montada…
CA -
É uma “máquina” muito difícil de montar e de conciliar, porque envolve muitas pessoas a dar apoio a cada uma das equipas. Na organização de jogos, por exemplo, temos sempre uma grande dificuldade em “encaixar” tantos jogos no nosso pavilhão. Curiosamente, por ironia do destino, este ano já tivemos um fim-de-semana sem nenhum jogo em casa, mas habitualmente coincidem muitos jogos aqui no Pavilhão Eng. Augusto Correia. Tem de haver uma grande conciliação entre todos e só com organização é possível que as coisas funcionem bem.

BC - Como resolvem a questão da falta de espaços para treino?
CA -
Todas as equipas fazem pelo menos um treino no nosso pavilhão. Temos depois o Liceu José Falcão que, apesar de ser pago, é uma grande ajuda para nós. Conseguimos fazer dois treinos em simultâneo uma vez que tem dois campos, ainda que um pouco mais curtos em relação às medidas oficiais. Temos ainda espaços cedidos pela Câmara Municipal no Pavilhão Multidesportos, também pagos, usados pelas equipas seniores, masculina e feminina.

BC - A construção de um novo pavilhão continua a estar no horizonte dos olivanenses…
CA -
De facto um novo pavilhão, com estruturas mais modernas e adaptado às actuais necessidades do desporto, daria para fazer coisas muito melhores. Mas esse horizonte é um bocado distante, porque há o problema da legalização do terreno, há o projecto, enfim, um sem número de passos que não permitem pensar que essa obra se possa concretizar a curto ou médio prazo. Até lá não podemos estar a pensar nisso, temos antes que remodelar o nosso actual espaço, dotando-o das condições mínimas para a prática do basquetebol. Temos o problema do piso, que andamos a tentar resolver, uma vez que já está perigoso para os atletas e propício a provocar lesões, e estamos já a avançar com uma reparação aos balneários. Toda a infra-estrutura do pavilhão precisa de ser remodelada a pouco e pouco, o que acarreta muitos custos. Estamos sempre a pedir e a depender de favores e, claro, as coisas processam-se de forma lenta…

BC - Como conseguem suportar as despesas que a actividade de tantas equipas acarreta?
CA -
Um grande número de equipas representa naturalmente um grande número de atletas. Quem paga tudo isto são os pais. Além das mensalidades, dão uma grande ajuda nas deslocações. Só assim é que conseguimos manter a nossa actividade e levar os “miúdos” para os jogos fora de Coimbra. E claro que temos também a preciosa colaboração de alguns patrocinadores e de donativos pontuais. Só com estas ajudas podemos fazer face às despesas que temos, nomeadamente com o aluguer de pavilhões.

BC - Ceder gratuitamente os pavilhões escolares não seria uma boa forma de compensar o esforço feito pelos clubes?
CA -
Sabemos que há toda a intenção do Sr. Vereador do Desporto da Câmara Municipal de Coimbra em conseguir um acordo para que haja cedência de pavilhões escolares para treino desportivo. Já houve inclusivamente reuniões nesse sentido. Claro que esta cedência não será só para o basquetebol, porque não é só o basquetebol que tem problemas de espaço, mas é um bom sinal e um bom incentivo para todos os dirigentes que andam no desporto saberem que a autarquia e o seu vereador estão preocupados e atentos a este problema e às dificuldades dos clubes.

BC – O reduzido apoio aos clubes desportivos, e o Olivais não será excepção, suscita-lhe desmotivação ou, por outro lado, mais imaginação para fazer face às dificuldades?
CA –
Tem de haver imaginação e boa vontade daqueles que nos apoiam, desde os pais aos patrocinadores. A Junta de Freguesia que tem um presidente que nos tem apoiado bastante, não tendo até ao momento nenhuma razão de queixa do presidente Francisco Andrade. A própria Câmara, apesar da fama de que nunca apoia, tem-nos ajudado dentro das possibilidades que tem. Sabemos que o dinheiro não se liberta de um dia para o outro e tem de facto havido algum atraso no RDM, mas há a promessa de ser pago mais um ano até final de Dezembro. Nós queremos sempre mais, mas cremos que dentro das possibilidades da autarquia e da conjuntura do país não podemos exigir muito mais.

BC - Os sócios do Olivais dão a devida importância ao facto de ser o Olivais o clube com mais equipas em actividade?
CA -
O Olivais e os seus sócios sabem da importância que tem a formação, que começa no Minibasquete. É aí que se começa a ganhar o gosto pela modalidade e que tudo começa, os bons atletas e os bons dirigentes e seccionistas através dos pais. Há consciência de todos de que a formação é muito importante no Olivais.

BC – Que importância ocupam as equipas seniores no actual contexto do clube?
CA -
As equipas seniores são sempre o patamar mais alto de qualquer clube, servindo de exemplo para os mais novos. É sempre bom quando olham “lá para cima” e sonham que um dia poderão estar naquela equipa. Mas também é um facto que acarretam muitos custos e só as podemos ter a este nível graças aos nossos patrocinadores, concretamente Chamagás e Freitas & Sobral. Não deixa de ser difícil de explicar como é que um clube que lida com tantas dificuldades e anda sempre a pedir dinheiro consegue ter estrangeiros e estrangeiras, mas só as temos mesmo graças aos patrocinadores.

BC - Ter equipas seniores em divisões inferiores seria dar um passo atrás?
CA -
É uma realidade em que todos teremos que pensar. De um momento para o outro o Olivais poderá ter que dar dois passos atrás e deixar de estar na Liga Feminina, que é a divisão mais alta em que participamos. Porque estamos dependentes de terceiros, neste caso de patrocinadores, e se num determinado ano não tivermos esse tipo de apoios não poderemos avançar para um campeonato sabendo que não teremos dinheiro para lá andar. O que nunca poderemos fazer é hipotecar o futuro do clube.

Opinião dos Capitães

Manuel Nunes
PT


“Perdemos por 22 pontos por nossa culpa. Sem querer desvalorizar a equipa do Ginásio, podíamos ter mantido o jogo ‘taco-a-taco’ até final. Fizemos demasiados erros sem qualquer pressão por parte do Ginásio. Era óbvio que a maior parte dos ressaltos iam ser ganhos por eles e falhámos na escolha dos lançamentos. Mas o nosso objectivo é ficar entre as quatro equipas que vão disputar a fase final. Aí é que se vai decidir. Parabéns ao Ginásio.”


Nuno Ferreira
Ginásio


“Foi um bom jogo, bem disputado. Ainda estamos em início de época e a equipa cometeu algumas falhas, por exemplo na defesa. Vamos trabalhar muito ao longo da semana para podermos corrigir os erros que cometemos e ganhar o próximo jogo. Os nossos objectivos passam por sermos campeões distritais e depois apurarmo-nos para a ‘Final 4’ nacional, onde pretendemos lutar pelo campeonato.”

Crónica do jogo PT-Ginásio (Sub-18 Masculinos)


Jogo aguardado com muita expectativa, uma vez que colocava frente a frente as duas únicas equipas ainda invictas no “Distrital” de Sub-18 Masculinos. O público acorreu em grande número, contribuindo também para um bom espectáculo de basquetebol, interpretado “rijamente” pelos jogadores de ambas as equipas.
O marcador foi aberto com um triplo de António Almeida, prenunciando o ascendente que a PT viria a assumir nos primeiros minutos de jogo. Com uma defesa agressiva e bem montada, cortando espaço às penetrações contrárias e revelando naturais preocupações em relação ao “gigante” Josimar Vieira, a equipa de Rui Dengucho limitou ao máximo o ataque do Ginásio, ao mesmo tempo que “cresceu” para as acções ofensivas, chegando com facilidade ao cesto adversário. Valdemar Ferreira “parou” o jogo, com o primeiro desconto de tempo (aos 3,19 minutos, com o resultado em 7-2), e a sua equipa rectificou aspectos defensivos. A maior pressão na bola e nas linhas de primeiro passe instalou momentânea desorientação entre os “telefonistas”, agora com mais dificuldades na construção do ataque, que o Ginásio aproveitou para passar para a frente pela primeira vez, fruto de um cesto fácil de Nuno Marques, depois de ter ganho o ressalto ofensivo completamente liberto. Outros erros de marcação deste género foram cometidos pelos donos da casa, já no decorrer do segundo período, altura em que começou a vir ao de cima o maior poderio do Ginásio. Dois jogadores, José Dória e Nuno Ferreira, foram decisivos para este bom momento dos ginasistas, dando um “cheirinho” do “recital” que a equipa viria a dar no terceiro período, que “rendeu” um parcial de 11-22, sempre sob a batuta daqueles dois maestros (pela forma como jogaram e, sobretudo, como fizeram jogar os companheiros). Se é certo que o contra-ataque começa na defesa, a turma figueirense interpretou na perfeição essa “teoria”: cedendo poucos espaços aos adversários, os figueirenses “obrigaram” sucessivamente a maus lançamentos, logo aproveitados para mortíferos contra-ataques, postos em prática com base na superioridade na tabela defensiva e na visão de jogo de José Dória, impecável na transição defesa/ataque e na distribuição de jogo (curiosamente jogou pela primeira vez frente aos antigos companheiros, depois de no passado defeso se ter transferido para o Ginásio). A juntar à lentidão na recuperação defensiva, a PT teve ainda o óbice de perder o “guerreiro” Manuel Nunes, por lesão depois de queda aparatosa.
No último período, já com o resultado “feito”, o equilíbrio voltou a imperar, nomeadamente porque a equipa da casa conseguiu “parar” o contra-ataque contrário e chegar com mais facilidade ao cesto contrário, agora sob o comando de Wilson Punza, sempre o mais inconformado entre os conimbricenses.
Os juizes Daniel Costa e Nuno Borges realizaram um bom trabalho.

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FICHA DE JOGO

Jogo no Pavilhão da PT
Árbitros: Daniel Costa e Nuno Borges
Oficiais de mesa: Ana Archer, Carlos Falcão e José Cardoso

PT (51): António Almeida (11), Tiago Silva, Manuel Nunes (5), Wilson Punza (20) e Bruno Cunha (15) - cinco inicial - Ricardo Ralha, William Punza, Pedro Simões, João Marques e João Moreira
Treinadores: Rui Dengucho e Inês Lima
Seccionista: Arménio Almeida

Ginásio (73): Marco Rosa (5), Nuno Marques (17), Rui Santos (4), Nuno Ferreira (24) e Josimar Vieira (3) - cinco inicial - Manuel Coelho, Diogo Monteiro (4), José Dória (16), Pedro Simões, João Monteiro, Pedro Salvador e Jorge Sousa
Treinador: Valdemar Ferreira
Seccionista: António Rosa

Marcha do marcador: 9-4 (5 m); 15-16 (10 m); 26-27 (15 m); 28-35 (20 m); 32-43 (25 m); 39-57 (30 m); 42-70 (35 m); 51-73 (40 m)

Pausa no Semanário Desportivo do Centro

"Ao fim de 37 edições, o Semanário Desportivo atingiu um patamar que muitos duvidavam à partida fosse possível alcançar. A pulso, construímos o nosso espaço e alargámos o espaço de muitas modalidades amadoras da Região. Demos mais visibilidade ao desporto. Fizemos com que outros se dedicassem mais a esta área, o que nos deixa satisfeitos. Sentimos por isso, que temos um projecto válido e que preenche uma lacuna. É pena que muitos não o vejam assim. Mesmo quando promovemos o nome dos seus municípios; mesmo quando damos visibilidade às equipas que apoiam, logo, ás suas empresas.
A evolução do nosso trabalho tem vindo também a ser notória, e o nível de qualidade do jornal exige hoje muito mais do que aquilo que colocámos à disposição no arranque. Por isso, é tempo de redefinir estratégias. De avaliar o caminho percorrido, e de traçar o rumo a seguir. Agora já com a vantagem de saber com quem podemos, ou não, contar.
Posto isto, decidimos fazer uma pausa na nossa caminhada. Um intervalo que servirá para pensar o futuro do Semanário Desportivo do Centro. Temos um espaço que é nosso por direito próprio; conquistámo-lo e não vamos perdê-lo. Em prol do Desporto.
Até breve."

Retirado de
www.semanariodesportivodocentro.blogspot.com

sábado, 3 de novembro de 2007

Resultados

Liga Profissional
FC Porto 82-74 CAB Madeira
Ovarense 86-69 Belenenses
Lusitânia 67-66 Ginásio
Barreirense 76-83 Vagos

Liga Feminina
CPN 66-65 Desportivo da Póvoa
Santarém 59-99 Santo André
União da Madeira 59-81 CAB Madeira
Boa Vagem 82-76 Algés
Ovarense 58-66 Esgueira
Vagos 59-66 Olivais

Proliga
Atlético 86-58 Vila Pouca de Aguiar
Seixal 75-50 Académica
Maia 84-83 Galitos do Barreiro
Esgueira 68-64 Sangalhos
Física 83-76 AngraBasket
Vitória de Guimarães 76-91 Queluz
Benfica 80-86 Illiabum

CNB 1
Olivais 84-64 Sanjoanense
Barcelos 105-45 Viana
Gaia 70-63 União da Madeira
UTAD 62-94 Guifões
EB Porto 88-63 Infante de Montemor/Ginásio
Desportivo da Póvoa 82-73 Vale Cambra

CNB 2
Gafanha 57-87 Sport
Lousanense 64-79 Atómicos
Cantanhede 59-70 Pombal
Gumirães 65-52 ACER Tondela

Nacional da 2.ª Divisão Feminina
Olivais 35-48 Colégio de Calvão
Sporting Figueirense 48-45 Académica
ACER Tondela 56-32 Lousanense
Unidos Tortosendo 60-78 Beira Mar
Zona Alta 38-60 Torres Novas

Sub-19 Femininos
PT 49-53 Académica
Núcleo de Pombal 51-48 Olivais

Sub-18 Masculinos
Lousanense 56-100 Olivais
PT 51-73 Ginásio
Académica 49-60 Cantanhede

Sub-16 Femininos
Infante de Montemor 55-64 PT
Sporting Figueirense 119-16 Lousanense

Sub-16 Masculinos
PT 91-27 Olivais/B
Olivais/A 95-38 Lousanense
Ginásio 69-47 Sampaense

Sub-14 Femininos
Cantanhede 30-67 PT
Olivais 27-106 Sporting Figueirense/A
Académica 105-15 Sporting Figueirense/B

Sub-14 Masculinos
PT/A 180-10 Lousanense
Ginásio/A 55-54 Académica
Olivais/B 43-71 PT/B
Cantanhede 47-57 Ginásio/B

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Comunicado do Conselho de Arbitragem

Pela importância de que se reveste para os agentes do basquetebol, nomeadamente para treinadores e jogadores, transcrevemos na íntegra o Comunicado n.º 16 do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Basquetebol.

"Para conhecimento geral a seguir se informa:
I-Equipamento dos jogadores
Volta-se a lembrar, todos os comissários, árbitros e oficiais de mesa, para a obrigatoriedade que os jogadores de qualquer escalão estarem correctamente equipados durante todo o jogo.
Não deve, portanto, ser permitido que jogadores andem com a camisola fora dos calções.
Deve ser feito um primeiro aviso, mas se a situação continuar a acontecer, o jogador deve ser substituído por não estar em condições para jogar, só podendo entrar depois do cronómetro do jogo andar e entrar com a camisola dentro dos calções.
II-Identificação dos agentes desportivos
Lembra-se, mais uma vez, que todos os Agentes Desportivos (jogadores, treinadores, seccionistas e outros) que não tenham cartão da Federação com vinheta para a época 2007/2008, para além da identificação que tem de ser feita, tem que ser feito relatório com a indicação do nome completo e o documento de identificação.
III-Treinadores
Recorda-se o que se encontra regulamentado, relativo ao Nível dos treinadores, que permite orientar as equipas em jogo, pelo que os juízes não devem permitir que elementos não qualificados façam as funções de "treinadores", dando instruções, estarem de pé no banco, pedirem descontos de tempo, e muito menos protestar contra decisões dos juízes."

Agenda

Liga UZO
Lusitânia-Ginásio (sábado, às 18H00, no Pavilhão Municipal de Angra do Heroísmo – arbitragem de Fernando Rocha, Pedro Maia e Rui Alexandre Ribeiro)

Proliga
Seixal-Académica (sábado, às 16H00, no Pavilhão Sede do Seixal – arbitragem de Paulo Pereira e Jorge Cabral)

CNB 1
Olivais-Sanjoanense
(sábado, às 17H00, no Pav. Eng. Augusto Correia – arbitragem de Paulo Sousa e Diogo Morais); EB Porto-Infante de Montemor/Ginásio (domingo, às 18H00, no Centro de Desportos de Matosinhos – arbitragem de Sérgio Adegas e Marco Teixeira)

CNB 2
Naval-Académico de Viseu
(sábado, às 16H00, no Pavilhão da Escola Joaquim Carvalho, na Figueira da Foz – arbitragem de José Lopes e Pedro Miguel Dias); Atómicos-Lousanense (sábado, às 17H30, no Pavilhão Municipal de Oliveira do Bairro – arbitragem de Hugo Silva e Fábio Dias); Cantanhede-Basquete de Pombal (sábado, às 18H30, no Pavilhão do Marialvas, em Cantanhede – arbitragem de José Lopes e Tiago Neves); Gafanha-Sport (sábado, às 21H00, no Pavilhão Municipal da Gafanha da Nazaré – arbitragem de Bruno Velha e Maurício Rua)

Liga Feminina
Vagos-Olivais
(domingo, às 16H00, no Pavilhão Municipal de Vagos – arbitragem de Pedro Rola e Ana Miramon)

Nacional da 2.ª Divisão Feminina
Olivais/B-Colégio de Calvão
(sábado, às 15H00, no Pavilhão Eng. Augusto Correia – arbitragem de Daniel Costa e Nuno Borges); ACERT-Lousanense (sábado, às 17H30, no Pavilhão Municipal de Tondela – arbitragem de António Moitas e José Ângelo); Sporting Figueirense-Académica (sábado, às 21H30, no Pavilhão da Escola Joaquim Carvalho, na Figueira da Foz – arbitragem de Diogo Morais e Nuno Marques)

Distrital de Sub-19 Femininos
BC Lis-Núcleo de Pombal (sábado, às 11H00, no Pavilhão da Carreira – arbitragem de Bruno Santos e Valdir Coqueti); PT-Académica (domingo, às 15H00, no Pavilhão da PT, em Coimbra – arbitragem de Nuno Borges e Tiago Neves); Núcleo de Pombal-Olivais (domingo, às 17H00, no Pavilhão Municipal de Pombal – arbitragem de Bruno Santos e Celso Casinha)

Distrital de Sub-18 Masculinos
Lousanense-Olivais (sábado, às 15H30, no Pavilhão Municipal da Lousã – SEM ÁRBITROS NOMEADOS); PT-Ginásio (sábado, às 17H30, no Pavilhão da PT, em Coimbra – arbitragem de Daniel Costa e Nuno Borges); Académica-Cantanhede (domingo, às 15H00, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Diogo Morais e Elisa Silva)

Distrital de Sub-16 Femininos
Infante de Montemor-PT (sábado, às 16H00, no Pavilhão Municipal de Montemor-o-Velho – SEM ÁRBITROS NOMEADOS); Sporting Figueirense-Lousanense (sábado, às 18H00, no Pavilhão da Escola Joaquim Carvalho, na Figueira da Foz – arbitragem de Pedro Miguel Dias)

Distrital de Sub-16 Masculinos
PT-Olivais/B (domingo, às 11H00, no Pavilhão da PT, em Coimbra – arbitragem de Diogo Morais e Nuno Borges); Ginásio-Sampaense (domingo, às 11H30, no Pavilhão Galamba Marques, na Figueira da Foz – arbitragem de José Lopes e Nuno Marques); Olivais/A-Lousanense (domingo, às 11H30, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – arbitragem de Tiago Neves e Gonçalo Punza)

Distrital de Sub-14 Femininos
Académica-Sporting Figueirense/B (domingo, às 11H00, no Pavilhão Multidesportos de Coimbra – arbitragem de Elisa Silva); Olivais-Sporting Figueirense/A (domingo, às 15H00, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – SEM ÁRBITROS NOMEADOS); Cantanhede-PT (domingo, às 17H00, no Pavilhão do Marialvas, em Cantanhede – arbitragem de Pedro Miguel Dias e Gonçalo Punza)

Distrital de Sub-14 Masculinos/Série A
PT/A-Lousanense (domingo, às 9H30, no Pavilhão da PT, em Coimbra – arbitragem de Diogo Morais e Nuno Borges); Ginásio/A-Académica (domingo, às 9H30, no Pavilhão Galamba Marques, na Figueira da Foz – arbitragem de José Lopes e Nuno Marques)

Distrital de Sub-14 Masculinos/Série B
Cantanhede-Ginásio/B (domingo, às 15H00, no pavilhão do Marialvas, em Cantanhede – arbitragem de Pedro Miguel Dias e Gonçalo Punza); Olivais/B-PT/B (domingo, às 17H30, no Pavilhão Eng. Augusto Correia, em Coimbra – SEM ÁRBITROS NOMEADOS)

Olivais mantém invencibilidade

Em jogo referente à 1.ª jornada do Campeonato Distrital de Sub-16 Masculinos, que acerta o calendário desta prova, o Olivais (na foto, de arquivo) venceu ontem o Ginásio Figueirense (78-72) e mantém-se no comando da classificação, com cinco vitórias em cinco jogos disputados. Igualmente invicta está a PT (três jogos e três vitórias), pelo que se aguarda com muita expectativa o embate entre as duas equipas, marcado para o próximo dia 18 de Novembro (15H00, no Pavilhão da PT).

Naturalmente apurado

O Sampaense segue em frente na LIV Taça de Portugal, depois de ontem ter recebido e vencido a Sanjoanense, do CNB 1, por claros 95-65.

Outros resultados da Taça:
Gaia 68-70 Valença
Vitória de Guimarães104-62 Leça
Universidade de Aveiro 63-99 Illiabum
Estrela de Ovar 57-68 Atómicos

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Taça em S. Paio de Gramaços

Hoje há Taça em S. Paio de Gramaços. Em jogo marcado para as 16H00, dirigido pelos juízes Sérgio Adegas e Daniel Costa, o Sampaense recebe a Sanjoanense (1.ª eliminatória da zona centro/norte). Trata-se de duas equipas com realidades bem distintas: o Sampaense milita na Proliga, a maior competição organizada pela Federação Portuguesa de Basquetebol, onde ocupa actualmente o quarto lugar, com três vitórias e uma derrota; a Sanjoanense integra a zona norte do CNB 1, onde está classificada na nona posição, com uma vitória e três derrotas.

Tarde de basquetebol

O Pavilhão Eng. Augusto Correia, nos Olivais, vive hoje mais uma tarde de basquetebol. Primeiro, às 15H00, defrontam-se Olivais/B e Unidos do Tortosendo, em jogo antecipado da 10.ª jornada do “Nacional” da 2.ª Divisão Feminina, arbitrado por Diogo Morais e José Lopes. Depois, a partir das 17H30, entram em campo os Sub-16 Masculinos do Olivais e do Ginásio Figueirense, que vão jogar sob a arbitragem de Diogo Morais e Nuno Borges.

António Pereira certificado pela FIBA

“O empresário conimbricense António Pereira foi o único representante português no recente exame da FIBA, no passado dia 23 de Outubro, em Genebra, na Suíça.O organismo que tutela o basquetebol mundial aprovou uma série de medidas (inseridas na lei H5), que visam controlar a função do empresário desportivo, pelo que o empresário de Coimbra é o único luso reconhecido pela FIBA.
Com a nova regulamentação - aprovada pela FIBA no dia 1 de Setembro de 2006 -, o organismo internacional pretende maior clareza e controlo sobre as actividades dos empresários desportivos. Deste modo, as novas leis terão efeitos penalizadores para os empresários não homologados pela FIBA, bem como para os clubes e jogadores que não respeitem a lei H5, pelo que foi realizado um exame escrito a todos aqueles que pretendiam possuir a Licença de Agente de Jogadores.
Numa primeira fase, a 29 e 30 de Março deste ano, 72 agentes ficaram aptos, sendo que, numa segunda fase, nova oportunidade foi concedida a mais 70, entre os quais o português António Pereira, que é, à luz da FIBA, o único empresário com poderes legais para negociar jogadores, treinadores e representar clubes quer em termos nacionais quer internacionais. A FIBA pretende uma profissionalização dos empresários, acabando com intermediários, clarificando e protegendo os seus filiados assim como os diversos intervenientes envolvidos nas transferências.Para mais informações sobre as novas leis, basta consultar a secção
FIBA Agent Corner, no site oficial da FIBA (http://www.fibaeurope.com/).”

Retirado do site da Liga de Clubes de Basquetebol (www.lcb.pt)

Progresso é desenvolvimento?

Artigo de opinião publicado no Semanário Desportivo do Centro

"O progresso tecnológico nas sociedades ocidentais ou ocidentalizadas, tem facultado um conjunto de utensílios cuja proficuidade é, supostamente, o bem-estar do ser humano e o aumento do tempo livre. Todavia, como que por efeito boomerang, a alteração de condutas resultante de tão almejado aperfeiçoamento, reduziu as exigências físicas das actividades quotidianas tais como limpar a casa, lavar a roupa e os pratos, aparar a relva e tratar dos canteiros, deslocar-se a pé para o trabalho e tantas outras actividades que nos permitem dar uso ao corpo.
Cada vez há menos gente activa, e as perspectivas não são animadoras. Aumenta a pressão para 'agarrar as pessoas ao televisor'; os múltiplos jogos electrónicos (consolas, computador, game boy, etc.) vêm afastando crianças e jovens das actividades lúdicas tradicionais. Na geração de noventa, já há quem nunca fez jogos de rua ou de recreio, uma simples disputa, 'a correr mais rápido', 'a saltar mais alto e mais longe', até quem nunca 'arremessou mais longe e/ou com pontaria', e mesmo quem não tenha uma única bola.
O corpo humano está concebido para o movimento e para a actividade física; da mais ínfima célula, às estruturas musculoesqueléticas e órgãos sustentadores do metabolismo, toda a orgânica e mecânica corporal estão predispostas para o acto de se mover.
É verdade que uma boa parte das tarefas que dantes necessitavam de uma hora de actividade física podem ser realizadas, agora, em alguns segundos, premindo um interruptor ou inserindo um dígito. Por maioria de razão, dispomos agora de mais tempo livre para nos dedicarmos aos prazeres da vida. No entanto, esta assunção aloja deturpações que têm estimulado mais os estilos de vida sedentários do que os de vida activa.
Temos vindo a constatar que os estilos de vida e condutas dos portugueses em geral, das crianças e adolescentes em particular, têm-se alterado, acompanhando os ritmos de mudança mais perniciosos das sociedades tecnologicamente mais evoluídas; 'Depois dos EUA, a Grécia e PORTUGAL exibem as mais elevadas taxas de excesso de peso na população juvenil'
[1]
Perscrutar os factos subjacentes, tem sido tarefa determinante para todos quantos pretendemos obviar apropriadamente as 'perversidades' consequentes das 'modernices' do mundo desenvolvido.
A escola e os clubes têm de ser, cada um à sua dimensão e respectiva especificidade, os espaços de instrução e de socialização, por excelência, para se incumbirem da (re)educação (no sentido mais lato), na qual a actividade física (hoje veículo de Saúde Pública) e o desporto (igualmente dilatado em conceito) podem exibir qualidades perfeitamente verosímeis, timbre das sociedades verdadeiramente desenvolvidas.
Temos de nos mexer!"

[1] (Arch Pediatri Adolesc Med 2004; 158: 27-33)

Rafael Baptista
Professor de Educação Física, Mestre em Biocinética

Triunfo esclarecedor

O Olivais venceu ontem o Sampaense, em jogo a contar para a 3.ª jornada do Campeonato Distrital de Sub-20 Masculinos, e deu um passo muito importante no sentido da conquista do título distrital. A jogar em casa, a equipa de Pedro Leites e Nuno Abreu (na foto, de arquivo) foi superior em todos os capítulos do jogo e construiu um resultado que não deixa margem para quaisquer dúvidas (101-11).